
O instinto, do latim instinctu, é algo inato ao ser vivo, um tipo de inteligência no seu grau mais primitivo. Ele guia o homem e os animais que possuem um grau mais elevado em sua trajetória pela vida, nas suas ações, visando justamente a preservação do ser. Eles se manifestam nos homens, na maior parte das vezes, através das reações a certas emoções.
É determinante para a conservação da raça humana a existência do instinto, pois ele nos motiva a agir quando necessário. Mas, certamente, o homem não deve mais, em sua etapa atual, se deixar dominar pelos intintos, do contrário ele se animaliza e pode cometer atos brutais ou errados. O instinto pode ser convertido em inteligência quando o indivíduo consegue agir movido pela vontade e pela decisão própria, não mais apenas por impulsos.
Somos mais parecidos com os primatas do que poderíamos supor.
Os instintos, quando se desviam de sua tragetória considerada normal, é convertido em pulsão - impulso do inconsciente que leva o indivíduo à ação com objetivo de anular um estado de tensão. Diante de alguém que nos desperta uma atração sexual, a pulsão nos conduz a um ato concreto, caracterizado como objetivo sexual. Biologicamente, o instinto tem por fim a reprodução humana; psicanaliticamente, o foco na manutenção da espécie é substituído pela centralização na questão do prazer (o que não é considerado perversidade, pois o que se realiza não é nada além da necessidade de relaxar uma tensão sexual). Porém, isto NÃO significa que não existam desvios sexuais, que extrapolam a conduta sexual normal e igualam o homem ao animal, ou melhor, o levam a um patamar inferior aos seres considerados irracionais.
Nenhum comentário:
Postar um comentário